A-mar. Para todos aqueles que não se contentam em molhar apenas os pés.
Da fome ao vazio.
Do vazio espaço a ser preenchido.
Desjejuaremos.
Direção de Arte: Larissa Busch
Roteiro: Manuella Braz e Larissa Busch
Fotografia: Manuella Braz
Concepção: Larissa Busch, Manuella Braz, Marina Abi-Rihan e Gabriela Mariz
Trabalho apresentado à professora Kátia Maciel, na disciplina Comunicação e Artes do curso Comunicação Social na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Professora, não conseguimos fazer o upload do video! Mas segue o link dele! Beijos

Mar, doce Lar




A praia pode ser um local de diversão ou apenas apreciação. É muito mais do que os benefícios que ela pode nos proporcionar.É o lar de várias criaturas, e muitas delas, em extinção.



Universidade Federal do Rio de Janeiro
Escola de comunicação- ECo.
Curso de Comunicação e Artes.
Docente: Kátia Maciel.



Discentes: Ana Carolina Barth, Ana Carolina Araújo, Juliana Araújo, Laisa Gomes e Maria Júlia Albuquerque. 

WAVE


Vídeo Arte "WAVE"

Trabalho entregue à professora Kátia Maciel, no dia 19 de novembro de 2014,
em avaliação do curso de Comunicação e Artes
ECO - Escola de Comunicação UFRJ

Por Maitê Paes da Costa
DRE: 114147750
Turma: EC.2

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
2014.2

Transposto






Grupo: Anita Prado
             Flora Reghelin
             Júlia Ribeiro
             Leonardo Couto
             Maria Julia Lacaille.

"Registro Praiano"



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Grupo:
Carla Caroline
Edinelson Marinho
Jaqueline Ruiz
Thaís Batista

Video Praia - Essa é sua praia?



Grupo:  Adriana Freitas
             Claudio Corrêa
             Giovan Bueno

Avaliações

Segue abaixo a dinâmica de fim de curso:

05/11: Aula em sala.
É uma aula importante, tentem não faltar. 

12/11: Avaliação individual.
Serão três questões, sendo que o aluno deverá escolher apenas duas para responder. Uma dessas questões a professora Katia já adiantou que será sobre o livro "A Invenção de Morel" e as outras duas são questões envolvendo o que foi visto durante o curso. Levem folha de papel almaço. 

19/11: Apresentação dos vídeos.
O tema é a praia. Os grupos devem salvar o vídeo nos formatos mov e avi e levá-lo no pendrive e no dvd (para que não haja nenhum problema do vídeo não rodar na hora). Deverão também trazer um papel com os nomes do componentes do grupo, o título do vídeo e uma pequena sinopse sobre o mesmo. Nada muito extenso.


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Observação: Mais nenhuma postagem sobre exposições pode ser postada.

Entre outras coisas


A Galeria Laura Alvim apresenta a exposição individual "npc-etc:escolher linhas de repetição", de Ricardo Basbaum.
Com foco na relação com o visitante, na produção de som a partir da escrita e na construção de plataformas colaborativas e de performances, o artista, atuante desde os anos 80, pesquisa a arte como mecanismo para articular experiência sensorial, sociabilidade e linguagem.
             Ricardo procura tornar a experiência do visitante o mais envolvente possível, permitindo a interação do público com suas obras. A ideia é que, a partir desta colaboração, o observador assuma uma postura investigative; auto-reflexiva sobre si mesmo.
Basbaum traz, nessa exposição, trabalhos inéditos e uso variado de diagramas - conhecidos por muitos outros trabalhos do artista. Junto com esse tipo de representação visual, Ricardo se utiliza do recurso do pensamento em deslocamento, que dá a sensação de rever fatos e fazer conexões com o visitante. O artista também gosta de utilizar o recurso do áudio em suas obras, possibilitando ainda mais interação do espectador.
A mostra conta com estruturas arquitetônicas-escultóricas, que constroem uma relação com o corpo. O visitante encontra, também, jogos de palavras, módulos de escuta, e três diagramas, em que é possível acompanhar os processos de pensamento conceitual da produção de Basbaum. Os três diagramas e os módulos de escuta contribuem para a visualização e espacialização da fala do artista – enquanto obra – no local da exposição.
Ricardo gosta de intitular-se “arstista-etc”, pois é, também, escritor, curador, crítico e professor da UERJ; com plena consciência e reflexão sobre a condição do artista de hoje. Possui obras nos acervos do Museu de Arte de Brasília, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, Coleção Gilberto Chateaubriand (Rio de Janeiro) e The Tate Collection (Londres).
“Nbp-etc:escolher linhas de repetição” está aberta gratuitamente ao público, até o dia 16 de novembro.

Grupo:
Maitê Paes
Marina Abi-Rihan
Gabriela Mariz
Manuella Teixeira
Larissa Busch

            

repetiçãorepetiçãorepetição




nbp-etc: escolher linhas de repetição é mais um trabalho interativo de Ricardo Basbaum interativo. Como característico do artista,essa exposição inclui performances, ações, intervenções, textos, manifestos, objetos e instalações. Esse trabalho é a "continuação" do projeto NBP - Novas Bases para a Personalidade, cujo objetivo é estabelecer conexões diretas com o espectador.Esse trabalho,iniciado em 1989, apresenta as cápsulas de lazer, pequenas estruturas construídas em ferro, tela de arame, espuma, tecido e isopor, pensadas para que os participantes entrem e se deitem, sozinhos ou em duplas, vivenciando assim condições de maior proximidade ou de solidão. A nbp-etc: escolher linhas de repetição continua com o foco no social. Porém, é dado mais destaque às experiências sensoriais, além da linguagem.

Já no inicio da exposição, o visitante precisa desviar de estruturas arquitetônico-escultóricas, e buscar outro caminho para a entrada da exposição. Esse é um exemplo evidente de relação da obra com o corpo. A obra guiando as ações do corpo.“É uma performance ‘compulsória’”, propõe o artista. Nas paredes dessa primeira sala, há jogos de palavras, com refrões, citações e repetições, para o público vocalizar livremente.

Na sala seguinte, Basbaum expões diagramas que mostram processos de pensamento conceitual de sua produção. Em dois desses diagramas desenhados sobre a parede,pode-se ler comentários sobre o ambiente da arte dos anos 80 no Rio de Janeiro e sobre o vocabulário com o qual o artista vem construindo o projeto NBP.
Na próxima sala encontra-se o terceiro diagrama. Esse terceiro se refere diretamente à construção do artista.Além dos comentários escritos,este diagrama trabalha também no campo da audição, como peça sonora, construída pela superposição de textos falados por Basbaum, editados e mixados, que são expostos através de fones de ouvido.
















Já na última sala da galeria encontramos um retrospectiva, segregada em 11 vídeos. Retrospectiva essa referente a série eu-você: coreografias, jogos e exercícios, realizada entre 1999 e 2014, apresentada pela primeira vez nesta mostra.
Pessoas com  camisas estampadas com os pronomes ‘eu’ [vermelho] e ‘você’ [amarela], interagem em situações performativas de dinâmica de grupo. A partir de instruções do artista, coreografias variadas são desenvolvidas em grupo.Realizados em contextos diversos, como residências, oficinas e exposições, os vídeos apresentam eu-você: coreografias, jogos e exercícios no Brasil, País de Gales, na Inglaterra, Espanha, China e nos Estados Unidos. Há camisetas ‘eu’ e ‘você’ em português, inglês, mandarim, árabe e bengali.

Basbaum avalia que essa exposição foi toda montada em volta da questão "como alguém se produz como artista? que tipo de artista se quer e se pode ser?". Pergunta que se tornou frequente na vida do artista.
“Ricardo denomina de artista-etc. (como também se autodefine) esse artista que se desloca por diversos papéis e politiza as relações com o circuito de arte, e que entende a produção poética como construção, fabricação de problemas”, diz a curadora Glória Ferreira.

A exposição,inaugurada quinta-feira, 11 de setembro, estará aberta ao público até 16 de novembro de 2014, de terça a domingo, das 13 às 21h. Grátis.
 Todos os trabalhos da exposição são inéditos ou nunca apresentados no Rio de Janeiro.






Galeria Laura Alvim apresenta exposição inédita de Ricardo Basbaum




A Galeria Laura Alvim (vinculada à SEC - Secretária de Estado de Cultura), localizada em Ipanema, no Rio, apresenta a exposição individual de Ricardo Basbaum (sob a curadoria de Glória Ferreira) – “nbp-etc: escolher linhas de repetição”. A exposição traz trabalhos inéditos do artista, ou nunca antes apresentados na cidade. Na última quarta-feira, dia 15, foi o mais recente local visitado pelos graduandos de Comunicação Social da UFRJ sob a orientação de Kátia Maciel.

A exposição é um panorama sobre a prática artística de Basbaum, fazendo uma “retrospectiva” de mais de duas décadas de carreira. Tem como foco o encontro auto-reflexivo do artista com o público – a relação sensorial de participação com a própria obra é um dos pontos originais presente nos trabalhos de Ricardo. Esse conceito de arte surgiu com ele desde a década de 80, tendo como influência Lygia Clark, Helio Oiticica e outros, que partem do pressuposto da interação entre a obra e o público (o movimento, a vida, que nasce da obra a partir dessa interação).

Basbaum transforma a arte como um mecanismo de sociabilidade e linguagem através de experiências interativas e sensoriais, que vão desde performances e instalações, a objetos e textos que interagem com o visitante. 

Ricardo Basbaum é um artista que afinca seus trabalhos essencialmente no Rio de Janeiro e é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Ele segue a linha conceitual-sensorial e suas obras sofreram impactos pelo advento da corrente do neoconcretismo. O artista paulista sempre buscou formas de fazer com que a escrita vire arte, tornando processos conceituais mais sensoriais. Concordando com a também artista Lygia Clark, Ricardo defende a soberania da obra: ela tem todo o poder sobre o público e, até mesmo, sobre seu próprio autor.


O Ambiente


A exposição começa levando o visitante a “imergir” no mundo criado por Basbaum. Ele fez questão de colocar grades a fim de direcionar o público aos trabalhos expostos antes da sala principal. As grades funcionam como células dentro desta arquitetura e são como um convite para estar dentro e se relacionar com suas obras. O visitante se depara com uma estrutura incomum, um tipo de estrutura arquitetônica-escultórica que obriga esse a desviar e buscar outro percurso que não seja aquele que imaginava; passando por espaços nessa estrutura, idênticos, no formato, com o NBP. É dessa forma, com essa introdução exótica as obras do artista, que começamos a interagir com elas.



Seguindo pelo ambiente, nos deparamos com paredes onde há palavras, como pequenos versos, aparentemente sem nexo. Esse jogo de palavras, refrões, leva novamente o visitante a interagir com elas, uma vez que pode vocalizar o que está escrito ali (o próprio artista deixa claro que sim, você pode fazer isso e repetir; com você, seu amigo, ou quantas pessoas estiverem com você).



Na sala seguinte, nos deparamos, primeiramente, com um grande diagrama, acompanhado por mais duas, uma de cada lado nas paredes perpendiculares. Nesse grande diagrama observamos o processo conceitual na sua produção – como uma forma de revivenciar momentos importantes nessa sua trajetória artística (como o neoconcretismo, o bioconceitualismo, etc).



No próximo ambiente, em uma sala voltada para a praia de Ipanema, encontramos outro diagrama e uma estrutura com fones de ouvidos. Ambos os objetos se conversam – o diagrama como interação visual sobre a mitologia do artista, e os fones de ouvidos que transcendem o visitante para a parte sensorial (quase metafísica) de sua obra. Totalmente mais profundo no mundo de Basbaum, ouvimos uma superposição de textos falados pelo próprio, editados e mixados. O que Ricardo propõe aqui é uma ativação de textos como elementos visuais e sonoros.


Novas Bases para a Personalidade



Um objeto interessante, e que foi citado pela professora Kátia, mas que não se encontra na exposição e que, de certa forma, conversa com ela, além de criar uma “extensão” à ideia do artista – o NBP.

A ideia desse projeto surgiu em 1989, logo depois de Olho (outra experiência de interação, criado pelo artista). Traz como conceito o mesmo pressuposto, porém, junto com a ideia de imaterialidade do corpo, materialidade do pensamento e o logos instantâneo.

Foi querendo essa interação de sua obra com o público, dando poder a este de formular seus próprios conceitos em cima daquela obra, que surgiu em 1994 o projeto “work-in-progress”, onde o NBP passeava de “mãos em mãos”, pelo mundo, dando a liberdade para quem tê-lo de construir sua própria arte. A estrutura de metal era imutável quanto a sua forma existencial, mas totalmente mutável quanto ao significado que as pessoas podiam construir em cima dessa estrutura, para elas. Podia ir desde uma pequena fonte a uma jardineira móvel.



Uma parede em amarelo com diversos dizeres, cadeiras acolchoadas, fones de ouvido e vista para a praia. Isso é o que quem visita uma das salas da exposição encontra. Você senta-se ou deita-se, coloca os fones de ouvido e dá-se início a uma série de palavras e frases pronunciadas aos ouvidos de quem se permite entrar em contato com essa obra específica de Basbaum.  Há ,nessa peça, uma ativação de textos não apenas como elementos escritos mas também como elementos sonoros e visuais. Os comentários proferidos no áudio referem-se diretamente à construção da mitologia do artista e alguns desses, são:

“ O tempo como vertigem do êxtase.”

“ Intensidade do presente enquanto técnica de descolonização absoluta.”

“ Isto não é uma linha reta.”

“ Experimentar-se como exercício de plenitude em circunstância aberta.”

“ Articulações coletivas encontradas em conjunto.”

No entanto, repetir comentários feitos no áudio é experimentar apenas um tipo de sensorialidade, não indo de encontro com a proposta do artista. Para deparar-se com as demais sensorialidades dessa obra e entrar em contato com as outras expostas na Galeria, vale a ida à exposição o mais breve possível visto que seu fim tem data prevista para o dia 16 de novembro. A Galeria fica no endereço Av. Vieira Souto, 176, Ipanema; ficando aberta de terça a domingo de 13h às 21h, com entrada gratuita. 

Gupo: Carla Caroline, Edinelson Marinho, Jaqueline Ruiz, Thaís Batista.